Apae de Guaxupé poderá fechar por problemas financeiros
12.02.2015
Presidente, Ana Cristiana Freitas, relata má administração de diretorias anteriores e bloqueio de verbas federais.A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Guaxupé (MG) poderá fechar as portas, conforme declarou, na noite desta terça-feira, 10 de fevereiro, a presidente, Ana Cristina Freitas.
Reunida na sede da entidade, com sua equipe de direção, além de conselheiros, funcionários e pais de alunos, ela externou mais uma vez as dificuldades financeiras, o que, segundo Ana, poderá sim resultar no encerramento das atividades da Apae. Apurada com um déficit de aproximadamente R$ 50 mil, a atual mandatária voltou a responsabilizar diretorias passadas pela dívida herdada.
Ana Cristina convocou a reunião para divulgar a inadimplência, que vai desde o atraso nos salários dos funcionários (ainda de dezembro), passa pelo bloqueio de recursos, na casa dos R$ 50 mil e chega à possibilidade de comprometer o funcionamento da escola, no que diz respeito até a outros setores, que atingem diretamente os alunos. “Hoje, a maior dificuldade nossa é em função de verbas federais que a gente recebe para manutenção da instituição e que não foram depositadas em função de problemas com o convênio”, disse a presidente, que na reunião foi auxiliada pela gerente administrativa, Jenifer Fernandes e a diretora pedagógica, Vivian Aparecida Nogueira.
Num discurso apelativo, a presidente da Apae enfatizou um eventual desequilíbrio por parte de antigos diretores, o que, segundo ela, estaria refletindo agora na vida econômica da entidade. “O ônibus está em péssimas condições, às despesas com combustível estão além do programado e nós herdamos uma dívida de R$ 80 mil”, destacou a presidente.
Apesar dos problemas, a presidente da Apae demonstrou empenho para tentar reverter a situação: “Nós já temos agendados alguns chás beneficentes durante o ano, feiras da pechincha, a Feira da Bondade, que tem todo ano; o Leilão; este ano nós faremos dois jantares, pois temos um grupo envolvido. Vamos ter de novo o “Trilhão”, que nós já estamos envolvidos para este ano também e teremos um passeio ciclístico, que acontecerá em duas etapas, sendo uma para o pessoal dentro da cidade e o de trilha, que será uma novidade para nós também”, disse Ana Cristina, antes de complementar: “A forma que eu tenho de solicitar à população auxílio é com doações. Às vezes, a pessoa fala assim: ‘Mas, eu não tenho dinheiro!’. É doação em trabalho voluntário, em mantimentos, que a gente precisa aqui, para manter a alimentação das crianças”, concluiu.
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