Escola Salatiel de Almeida adere ao Dia Nacional de Paralisação que acontece nesta quarta-feira (15) em todo o país
15.03.2017
Mobilização é contra reforma da previdência e outras reivindicações dos professores.A Escola Estadual Salatiel de Almeida de Muzambinho (MG) aderiu ao movimento do Dia Nacional de Paralisação e Mobilização, que acontece nesta quarta-feira (15). Na escola não haverá aulas e uma assembleia vai ser realizada para definir se os professores irão aderir ao movimento de greve que se inicia em todo o estado.
Em Monte Belo, as escolas estaduais do município também aderiram ao movimento e não haverá aulas nesta quarta-feira na Escola Estadual Frei Levino e na Escola Estadual Presidente Tancredo de Almeida Neves.
O Dia Nacional de Paralisação e Mobilização, que terá atos em 23 estados do país na manhã desta quarta-feira conta como principais reivindicações a não aprovação da reforma previdenciária e trabalhista.
Minas Gerais
No Estado, os sindicatos de Belo Horizonte esperam uma grande adesão para o ato. A manifestação, marcada para o mesmo dia das assembleias dos trabalhadores da educação, tem como principal reivindicação a não aprovação da reforma da Previdência e a saída do presidente Michel Temer (PMDB).
No último dia 08 de março, os professores da rede estadual decretaram greve a partir do dia 15 de março, como forma de pressionar o governo mineiro. Entre as promessas feitas pelo Estado, na ocasião, segundo os profissionais, está o pagamento do piso salarial até 2018.
Segundo a assessoria de imprensa do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE-MG), assim como em outras partes do país, os profissionais do Estado reivindicam o cumprimento do piso salarial nacional dos professores e protestam contra a proposta de reforma da Previdência enviada ao Congresso pelo governo federal.
Além disso, eles exigem que o governo de Minas cumpra com alguns acordos assinados, como o que pede o pagamento retroativo do reajuste referente a janeiro, fevereiro e março do ano passado.
Diante das reivindicações da classe, na ocasião, a Secretaria de Estado de Educação (SEE) afirmou em nota que o pagamento do piso nacional já está previsto. No entanto, o combinado era que ele começaria a ser pago até julho de 2018 para todos os professores ativos e inativos. Além disso, a SEE diz que em agosto desse ano a categoria receberá um novo abono, de R$ R$ 153,10, que será incorporado integralmente aos vencimentos em julho de 2018. Em relação ao pagamento do retroativo, a secretaria ainda não se pronunciou.
Foto: Jornal O Tempo
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